fbpx

5 critérios ideais para escolher uma Impressora Térmica e Etiquetas

Está sem tempo para ler? Não se preocupe! Preparamos um player para você escutar e ficar por dentro do assunto.

A rastreabilidade na cadeia produtiva de alimentos para frutas, legumes e verduras (FLV) permite o acompanhamento de todo o processo de produção, armazenamento e distribuição até chegar às mãos do consumidor. Auxilia os estabelecimentos na hora do recebimento, a ofertar os produtos e a expor as informações sobre a sua origem.

Assim, a rastreabilidade possibilita a redução de não conformidades na produção e distribuição de produtos e diminui o potencial de publicidade negativa e recall de alimentos, potencializando assim, os resultados para empresa.

Pensando nesse fator importante a longo prazo, preparamos 5 dicas que vão ajudar você a escolher sua impressora e suas etiquetas, para evitar desconfortos e aumentar a assertividade na aquisição destes itens essenciais para o processo da rastreabilidade. 

1 – Volume de impressões de etiquetas padrão ou customizada

O primeiro critério a se pensar é o volume de etiquetas que você precisará imprimir. 

O volume é quem vai determinar a vida útil da impressora. Logo que for definido com o seu comprador os modelos de etiquetas que serão utilizadas em suas embalagens, caixas ou palets dos seus produtos, recomendamos uma impressora homologada pela equipe de desenvolvimento da PariPassu. 

Algumas etiquetas especiais, customizadas ou personalizadas, principalmente aquelas que necessitam de ribbon de resina, muitas vezes exigem que o equipamento trabalhe em alta temperatura por muito tempo. Nesse caso, a melhor sugestão é uma impressora mais robusta que suportará melhor a demanda.

Importante é ter uma boa conversa com um especialista da sua região que trabalhe com todos os ítens de impressoras térmicas, etiquetas e ribbon compatíveis. 

Se o volume de impressões for muito grande, ou se você precisa de muitas etiquetas em um curto período de tempo, como por exemplo, em impressões por lote, vale a pena investir em uma impressora de porte industrial. Além de ser mais eficiente, terá um melhor custo benefício para sua organização. Assim, você não precisará trocar os suprimentos no meio da impressão, evitando atrasos.

Em alguns modelos também é possível usar desbobinador externo à alimentação da máquina, resolvendo este problema.

Escolha uma impressora que contenha peças de metal, pois são mais resistentes, e você economiza no tempo de parada da produção e na manutenção do equipamento.

Em nossas soluções, contamos com modelos de etiquetas homologadas e prontas para imprimir e usar em suas embalagens. Entre em contato com nossos especialistas para buscar maiores orientações sobre o que o varejo exige.

2 – Resolução

A resolução mais comum da maioria das impressoras é de 203 dpi (pontos por polegada). Essa resolução é suficiente para imprimir etiquetas com todos os ítens exigidos na INC 02/2018 com tamanhos normais e informações em textos de tamanhos legíveis.

Acima disso, existem impressoras de 300 e 600 dpi. São impressoras capazes de imprimir em alta qualidade, mas têm um custo mais elevado. Impressoras de alta resolução também são recomendadas para etiquetas muito pequenas em largura e textos com fontes mínimas.

3 – Sensores móveis

Assim como para cada negócio diferente existe uma etiqueta específica para atendê-lo, e para cada etiqueta especial existe um recurso a mais nas impressoras. A maioria dos recursos podem vir na própria impressora.

A maioria dos modelos industriais têm sensores móveis, recurso que não está presente nos modelos de impressoras de pequeno porte. Sensores móveis são opcionais; porém, um sensor fixo no lugar errado pode não ser capaz de ler adequadamente uma etiqueta em um formato especial, redondo ou com cortes especiais, impedindo a impressão 

Se você tem uma indústria, recomendo impressoras de cabeçote mais largo, de 6’’, 8’’ e 10’’ Polegadas Zebra ZM600, Zebra ZT230, Datamax Allegro, que permite a separação de etiquetas em um rolo contínuo, sem divisões. Pode ser imprescindível se as suas etiquetas possuem alturas diferentes e que podem conter um rebobinador interno, o que significa que, logo depois de ser impressa, a etiqueta é rebobinada para um segundo rolo, de etiquetas prontas.

4 – Linguagem e portas

Imagine uma impressora de etiquetas térmica com integração de seus sistemas. Como essa impressora vai conectar-se ao seu computador ou à sua rede e trocar dados? Através de portas de entrada. As portas de entrada mais comuns nas impressoras de etiquetas são Serial RS-232, Paralela, USB ou RJ-45 (Rede). A maioria delas oferece uma ou duas opções de conexão.

Quanto às linguagens, cada marca de impressora possui sua linguagem (linguagem é um padrão de comunicação entre a impressora e o software que cria a etiqueta a ser impressa). Por exemplo, a Zebra utiliza ZPL e EPL a Argox a PPLA e PPLB e assim por diante. Como a maioria das impressoras são capazes de “emular ou entender” as linguagens mais comuns (principalmente Zebra), isso não deve ser um problema na escolha quando o software de impressão como o Rastreador da PariPassu oferece a uma linguagem PADRÃO para etiquetas especiais.

Quando a impressão da etiqueta for de um sistema maior como um ERP,  convém verificar com o programador qual a linguagem de saída do software. Às vezes, para trocar a linguagem aceita pela impressora, pode ser necessária a troca de seu firmware ou Anti-vírus.

5 – Contrato de locação e manutenção das impressoras

De modo geral, são equipamentos que demandam manutenção, principalmente limpeza no cabeçote de impressão e remoção de resíduos de adesivos dos rolos. 

Além disso, possui partes móveis que se desgastam com o uso e podem apresentar problemas.  Assim, toda impressora tem um desgaste e um dia pode quebrar.

Se a impressora é um equipamento crítico, faça um contrato com um fornecedor qualificado, que inclua a manutenção preventiva (limpeza e troca preventiva de peças), um correto ajuste e calibragem da impressora para o seu modelo de etiqueta e também a troca corretiva dos ítens de impressão, ribbon ou mesmo a substituição das peças com problemas, principalmente cabeçote de impressão e rolete. Assim, você pode ficar tranquilo que o seu negócio continuará funcionando sem interrupções.

Se a impressora for muito crítica no seu negócio, às vezes vale a pena investir em um aparelho de maior porte, com peças de metal, maior durabilidade e menos quebras e com maior rendimento no seu negócio. 

Ficou com alguma dúvida ou quer saber mais como se adequar e atender à INC 02/2018, para implementar a rastreabilidade em sua empresa? Já tem o processo, mas não tem certeza se está correto?

Fale com um de nossos especialistas, teremos satisfação em lhe atender!

Deixe o seu comentário

[fbcomments]

Artigos Relacionados

  • PariPassu

    4 motivos para investir em agronegócio no Brasil

    continue lendo
  • PariPassu

    Sustentabilidade: confira 6 benefícios

    continue lendo