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Gestão da manutenção interfere na qualidade do alimento

Está sem tempo para ler? Não se preocupe! Preparamos um player para você escutar e ficar por dentro do assunto.

Não basta ter gestão da manutenção muito bem estabelecida na teoria, se na prática ela não funciona.

Sim, isso mesmo. Neste texto, você vai entender porque existe a interferência na qualidade do alimento, o que fará com que esse processo seja cada vez mais efetivo.

Afinal, como aprendemos desde cedo: com comida não se brinca.

Se essa é a sua primeira visita no nosso blog, seja muito bem-vindo. Entre e fique à vontade. E se gostar do conteúdo, não esqueça de compartilhá-lo com sua equipe.

Agora, antes de começar, vamos explicar o que é gestão da manutenção.

Nada mais é que uma supervisão. Isso mesmo. Nessa atividade, o principal foco é manter os equipamentos essenciais para o funcionamento de toda a operação.

E indo mais além, proporciona a economia evitando desgaste das máquinas, equipamentos, ferramentas e tudo aquilo que está incluso como peças, filtros, entre outros.

Os impactos de uma má gestão da manutenção podem ser desastrosos.

Gestão da manutenção versus qualidade do alimento

Por que e como planejar?

Se um supermercado faz a contratação para manter os equipamentos em pleno funcionamento, nada mais justo que essa expectativa seja cumprida, certo?

E já que o foco é a gestão da manutenção para evitar desde custos de última hora até a total parada das atividades e da operação, ter um bom planejamento é mais que fundamental.

Isso significa que exige uma grande organização por trás de tudo isso. Quem define esse calendário é o gestor, sempre baseado em estratégias no histórico de cada cliente, cada máquina, de acordo com as manutenções já realizadas, paradas, trocas de peças de emergência.

Por isso, todas as informações coletadas durante a visita e inseridas na ordem de serviço são grandes aliadas da prestação de serviços.

Se você não sabe se a sua ordem digital agrega todos os dados necessários, é bom dar uma atenção maior a esse documento tão importante. Além do formato em papel, aquele que demanda bloco, prancheta e carbono, já existe também o modelo digital.

Tudo é preenchido via aplicativo e que além de proporcionar economia, evita a perda do papel e atualiza automaticamente tudo o que é feito na ficha do cliente.

Esse histórico também ajuda a planejar qual a periodicidade das visitas de manutenção. E mais ainda, quais serão os tipos aplicados: preventiva, preditiva ou a mais temida, corretiva.

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E a qualidade do alimento, como fica nessa história?

Não importa o tipo de produção, alimento perecível e não perecível, manter a qualidade em todo o processo de fabricação garante proteção à saúde do consumidor. E também garante que tudo o que é prometido, será entregue.

Equipamentos que funcionam adequadamente e estão regulados para atender a demanda, podem garantir a qualidade e não gerar nenhum problema no produto produzido, independentemente de qual seja.

E mais ainda, evita que toda a cadeia produtiva seja interrompida por uma parada brusca.

Já pensou lidar com alimentos que demandam de cuidados específicos como refrigeração e do nada, a climatização do ambiente falhar?

Pode ser um prejuízo e tanto.

Mantenha a gestão da manutenção em dia!

Um passo importante é a escolha da empresa prestadora de serviço.

Não vá escolhendo qualquer uma. Pesquise, peça indicações, faça buscas na internet e também em sites como o Reclame Aqui.

No momento da escolha, foque em uma que já tenha experiência com o seu ramo. Assim, fica mais fácil dos profissionais se adequarem e entenderem como funcionam os equipamentos e também a periodicidade de manutenção.

O planejamento e o calendário das manutenções devem ser agendados e alinhados com o responsável técnico do supermercado.

Mas, mesmo seguindo esse calendário à risca, falhas podem sim acontecerem. Afinal, coisas quebram, não é mesmo?

O que a prestadora pode fazer focada na qualidade do atendimento é sempre ter um plano de visitas de emergências que sejam atendidas no prazo cumprido.

Aquela história de ficar horas esperando o técnico já é coisa do passado, viu?

Hoje, todas as prestadoras têm condições de deslocar o técnico mais perto da chamada, por meio de um sistema de gestão de externas, cujo painel de controle mostra onde cada profissional está. Indo além, na tela, exibe qual o status das chamadas de cada um. Se já começou, está em andamento ou foi encerrada.

Essas informações dão liberdade ao gestor de se programar a agendar ali, na hora, a partir das chamadas de emergência que recebem no dia a dia.

Fique de olho no contrato! 

Uma dica é sempre checar o contrato de cada prestador de serviços para conferir qual o período de atendimento estipulado: duas, três, quatro horas, a partir da abertura do chamado.

Por falar em contrato, fique atento para cumprir o que é acordado.

Cada cláusula assegura uma boa qualidade de atendimento na gestão da manutenção. Quantas visitas serão realizadas em determinado período, caso seja necessário ultrapassar o limite, será cobrado à parte, as peças serão cobradas ou já estão inclusas no contrato…

Parece que não, mas tudo isso tem relevância.

Se o produto comercializado não pode ficar determinadas horas fora da climatização, deixe isso bem claro. O atendimento precisa ser o mais eficiente possível para evitar prejuízos.

Inclua todas as necessidades de manutenção e o que os problemas ocasionados pela falta dela pode afetar o seu negócio.

Quando se trata de qualidade do alimento, não podemos brincar! É questão de saúde pública.

Manter os alimentos bem conservados e em condições ideais de consumo, faz parte de uma boa cadeia produtiva.

Por isso, fique atento na qualidade do atendimento e na prestação de serviço que envolve o seu negócio!

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