Feijão é a principal leguminosa comestível em todo o mundo

2016 Ano das Leguminosas (ONU/FAO)

Um prato de feijão é o elemento central da dieta de mais de 400 milhões de pessoas nos trópicos. O feijão comum fornece um alimento altamente nutritivo que contém proteínas, fibras, carboidratos complexos, vitaminas e micronutrientes. Portanto, o feijão fortalece significativamente a segurança alimentar e nutricional entre os consumidores de baixa renda, reduzindo o risco de doença cardiovascular e diabetes. (fontes: FAO / CIAT)

As leguminosas fizeram parte da história das civilizações. O feijão, juntamente com o milho, foi a base da alimentação primitiva dos povos incas, astecas e maias. Sendo a principal leguminosa comestível em todo o mundo, o feijão combinado com o arroz é a base da principal refeição dos brasileiros.

Somente no Brasil, um dos principais produtores desta leguminosa, junto à Índia e Mianmar, temos 14 tipos de feijão (Azuki, Branco, Bolinha, Carioca, Fradinho, Jalo, Jalo Roxo, Moyashi, Preto, Rajado, Rosinha, Roxinha, Verde, Vermelho).

A ONU, através da FAO, quer incentivar atividades colaborativas com organizações de diferentes setores para aumentar a consciência pública sobre os benefícios nutricionais das leguminosas, sobretudo como parte da produção sustentável de alimentos voltados para a segurança alimentar e nutrição.

Os objetivos do ano internacional das leguminosas comestíveis são:

  • Promover o valor e a utilização dos legumes em todo o sistema alimentar
  • Conscientizar sobre os benefícios dos legumes, incluindo a agricultura sustentável e a nutrição
  • Fomentar os vínculos para incrementar a produção mundial de legumes
  • Promover a melhoria das investigações
  • Discutir os desafios do comércio de legumes

Os legumes são…

  • Ricos em nutrientes
  • Acessíveis economicamente e contribuem para a segurança alimentar em todos os níveis
  • Representam importante benefício para a saúde
  • Fomentam a agricultura sustentável e contribuem para a mitigação e a adaptação às mudanças climáticas
  • Promovem a biodiversidade

Livia Lima Paripassu